22 set 2020

Como sair do aluguel e comprar seu apê em até 5 anos?

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Faz tempo que você está querendo sair do aluguel, mas não sobra um centavo no final do mês? Ao contrário do que se pensa, não é preciso ser milionário para isso. Tudo que você precisa para conquistar sua casa ou apartamento é um pouco de disciplina, perseverança e muita informação.

Neste post, desvendamos todos os segredos de como sair do aluguel e comprar seu apê em até 5 anos. Com ele, você vai entender porque a melhor forma de fazer isso é adquirindo o seu imóvel na planta.

Basta seguir nosso passo a passo para ter o seu imóvel novinho em folha!

 

Coloque sua vida financeira em ordem

Nenhuma grande conquista acontece sem o mínimo de organização, portanto, se você decidiu que quer comprar o seu apê em cinco anos, é preciso fazer a lição de casa e organizar as contas da sua família.

No início, pode até parecer complicado, no entanto, a tarefa é mais simples do que parece. Basta anotar todos os gastos e entradas de dinheiro numa planilha e, ao final do primeiro mês, você vai saber exatamente quanto gasta e quanto recebe.

Este é o primeiro passo para um bom planejamento financeiro, e requer muita disciplina.

 

Aprenda a economizar

A próxima etapa é entender quanto você precisa — ou quanto pode — poupar para comprar o seu apartamento em cinco anos, ou, pelo menos, dar uma boa entrada.

Mas o mais importante é fixar metas para economizar, mesmo que seja um valor pequeno, e pesquisar sobre as melhores formas de investimento para fazer esse dinheiro crescer.

Uma boa maneira de economizar é mudar alguns hábitos que costumam levar seu dinheiro embora sem que você perceba.

Por exemplo: se você toma café todos os dias na padaria, pode mudar para uma vez por semana. Se costuma pedir uma pizza todo sábado, pode reduzir para duas vezes no mês.

As contas de água, energia e internet também podem ser reavaliadas para que você consiga economizar um pouco mais. Desligar aparelhos da tomada, reduzir o banho em 5 minutos ou aproveitar a água da chuva para lavar calçadas e o carro, por exemplo, ajudam a reduzir o consumo desses serviços.

 

Escolha onde você deseja morar

Nesta fase, você já deve ter algum imóvel em mente e seu valor total para saber se poderá pagar as prestações. Caso contrário, é hora de pesquisar a média de valor do m2 na sua região ou qualquer outra onde você queira viver.

Leve em consideração questões que são importantes para você e sua família, como proximidade de escolas, pontos de ônibus e cursos de inglês. Muitas vezes, é possível optar por um apartamento mais central reduzindo as distâncias.

Quem gosta de se exercitar pode querer escolher um condomínio que já tenha academia. Assim, você não perde tempo no deslocamento e também reduz essa despesa da sua lista mensal.

 

Adquira seu apartamento na planta

Comprar um imóvel pronto parece ser a opção mais atrativa e rápida, mas só se você não tiver uma boa quantia já disponível, pois será preciso quitar 20 a 30% do valor total logo de cara.

Enquanto que, no caso de um empreendimento que ainda vai ser construído, o valor da entrada pode ser parcelado conforme o tempo que você tem para pagar (prazo previsto de entrega).

É o que ocorre, por exemplo, em um financiamento direto com a construtora. Mas é bom ressaltar que, quanto maior for a sua entrada, melhores são as parcelas e as condições de financiamento.

 

Avalie as opções de financiamento

Chegamos à questão mais importante na compra de um imóvel: a forma de financiamento. O mercado imobiliário oferece diversas alternativas para facilitar a quitação do seu imóvel, o que pode confundir o comprador na hora de fazer a sua escolha.

O imóvel pode ser financiado junto à instituição financeira ou à própria construtora. Para saber qual é a melhor opção, é preciso entender que quanto mais longo é o prazo de financiamento, maior costuma ser a taxa de juros.

Além disso, é preciso observar como é feita a correção do valor do imóvel (taxa Selic, IPCA, ICC, entre outros).

Tudo isso deve ser informado pela construtora ou instituição financeira que você escolher, e é muito importante que seja formalizado em contrato.

 

Minha casa Minha Vida: opção viável para moradores de baixa renda

O Minha Casa Minha Vida, da Caixa Econômica Federal, oferece várias opções de financiamento para famílias consideradas de baixa renda — com ganhos mensais de até R$ 7.000 —, e você pode financiar o seu apartamento na planta utilizando parte do seu FGTS, com até 30 anos para pagar.

Nesse programa, as taxas de juros e as demais condições de financiamento são definidas de acordo com a sua faixa de renda. Na prática, isso significa que, quanto menor a sua renda, maior o valor financiável pelo banco e mais tempo você tem para pagar. Confira!

 

Faixa 1 – renda de até R$ 1800

Financiamento em até 120 meses e prestações mínimas de R$ 80,00 a R$ 270,00, variando conforme a renda. O próprio imóvel é a garantia do seu empréstimo. 

 

Faixa 1,5  –  renda de R$ 2600

Famílias com renda mensal nesse valor têm direito a um empréstimo de até 47,5 mil reais a juros de apenas 5% ao ano.

 

Faixa 2 – Renda de R$ 4.0000

Se você tem um salário de até R$ 4.000, pode ter subsídio de até R$ 29.000,00 no pagamento do seu imóvel.

 

Faixa 3 – renda de até R$ 7.000

Nessa faixa, não há subsídio, apenas as taxas de juros são bem mais baixas em comparação com as praticadas no mercado.

Interessado em saber mais? Conheça os empreendimentos da EMCCAMP em parceria com o projeto Minha Casa Minha Vida e encontre a sua oportunidade para deixar de pagar aluguel em menos de cinco anos!